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Mostrando postagens de Fevereiro, 2018

Primeiras páginas

Desemprego cresceu em janeiro, dizem analistas

VALOR ECONÔMICO pág. A2


Superávit do governo federal atinge R$ 31 bi em janeiro

VALOR ECONÔMICO pág. A5


Meirelles diz que governo vai propor reforma tributária

O GLOBO pág. 19


ANP analisa pedidos da Petrobras para renovação de oito concessões

VALOR ECONÔMICO pág. B2


Governo tenta bloquear R$ 6 bilhões de Minas Gerais e STF impede

Tesouro alega que estado não entregou documentação prevista na renegociação das dívidas 
Folha de São Paulo 28.fev.2018 às 2h00 Maeli Prado Carolina Linhares Brasília e Belo Horizonte
Um desentendimento entre o governo de Minas Gerais e a Secretaria do Tesouro Nacional em torno da renegociação da dívida levou Estado e União de volta a uma discussão judicial.  Alegando a ausência de documentação prevista no acordo de renegociação de dívidas estaduais, o governo federal pediu, na sexta-feira (23), que o Banco do Brasil bloqueasse cerca de R$ 6 bilhões de recursos mineiros, como receitas tributárias e repasses do FPE (Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal). Obteve, porém, apenas R$ 122 milhões. Minas enfrenta grave crise fiscal. Tem parcelado o salário dos servidores. Diante da ação do Tesouro, alega ser alvo de “intervenção financeira” (leia entrevista ao lado). De acordo com a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, o governo mineiro perdeu prazos para apresen…

Governo quer o caos do Rio de Janeiro, diz secretário de Minas

Para Odair Cunha, bloqueio de recursos do governo mineiro foi uma "intervenção financeira" 
Folha de São Paulo 28.fev.2018 às 2h00 Carolina Linhares Belo Horizonte
O bloqueio de recursos de Minas Gerais foi entendido pelo governo do Estado como uma "intervenção financeira" do governo Michel Temer. Em entrevista à Folha, o secretário de Planejamento de Minas, Odair Cunha, afirmou que, com a medida, o governo federal quer "o modelo do caos do Rio de Janeiro". A administração do governador Fernando Pimentel (PT) se recusa a vender estatais para equilibrar as contas públicas e acusa a gestão Temer de "fechar o cerco" para isso.
Folha - Por que houve o bloqueio de R$ 6 bilhões em recursos de Minas Gerais? Odair Cunha - Tínhamos uma [decisão] liminar que suspendia o pagamento da dívida à União. E o governo federal propôs um acordo de renegociação da dívida dos Estados. Só que teríamos que abrir mão da ação para aderir.
E, sem a liminar, o Tesouro passou a …

Santa Catarina desiste de cobrança antecipada do ICMS

VALOR ECONÔMICO pág. E1


MP para saneamento deve ir ao Congresso nos próximos dias

VALOR ECONÔMICO pág. A4


STF julga construção de aterros sanitários em reserva ambiental

Tribunal decidirá se obras destinadas à gestão de resíduos sólidos são de utilidade pública
Folha de São Paulo 28.fev.2018 às 2h00 Taís Hirata São Paulo
Uma votação do STF (Supremo Tribunal Federal), que se encerra nesta quarta-feira (28), poderá restringir a construção e ampliação de aterros sanitários o país. O tribunal vai decidir se as obras destinadas à gestão de resíduos sólidos podem ou não ser consideradas de utilidade pública. Na prática, essa definição determina se os aterros podem ocupar áreas de proteção permanente, mediante a apresentação de estudos ambientais --benefício que se estende a empreendimentos de setores como energia, transporte, saneamento, entre outros. Estima-se que aproximadamente 80% dos aterros regularizados passem, ao menos parcialmente, por essas regiões, segundo a Abetre, associação que representa empresas do setor. Hoje, essa autorização é prevista em um artigo do Código Florestal de 2012, cuja constitucionalidade está sendo questionada no STF, juntament…

Galeria de arte: Espaço do governo do estado ganhará nome da mãe de ex-secretário de Cultura

O GLOBO, 2º Caderno, pág. 6


Escolas vão receber R$ 30 milhões para reforma

O DIA pág. 4


Dinheiro roubado por Cabral é devolvido para a Educação

EXTRA pág. 12


Goteiras prejudicam ensino em escola do Complexo da Maré

O DIA pág. 5


País só vai dominar Leitura em 260 anos

Essa é a defasagem do aluno brasileiro em relação ao de países desenvolvidos, aponta estudo inédito do Banco Mundial
Renata Cafardo, O Estado de S.Paulo 28 Fevereiro 2018 | 03h00
Um relatório inédito do Banco Mundial estima que o Brasil vá demorar 260 anos para atingir o nível educacional de países desenvolvidos em Leitura e 75 anos em Matemática. Isso porque o País tem avançado, mas a passos muito lentos. O cálculo foi feito com base no desempenho dos estudantes brasileiros em todas as edições do Pisa, a avaliação internacional aplicada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE).  Esta é a primeira vez que o World Development Report, relatório anual que discute questões para o desenvolvimento mundial, é dedicado totalmente à educação. A conclusão mais importante do documento é que há uma “crise de aprendizagem” no mundo todo. “Nos últimos 30 anos houve grandes progressos em colocar as crianças nas escolas na maioria dos países, mas infelizmente muitas não entendem o q…

44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro, aponta pesquisa Retratos da Leitura

Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil anuncia resultados de sua 4.ª edição em seminário em São Paulo; livro com análise será publicado na Bienal do Livro de São Paulo
Maria Fernanda Rodrigues O Estado de S. Paulo 18 Maio 2016 | 17h06
Há um pouco mais de leitores no Brasil. Se em 2011 eles representavam 50% da população, em 2015 eles são 56%. Mas ainda é pouco. O índice de leitura, apesar de ligeira melhora, indica que o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano – desses, 0,94 são indicados pela escola e 2,88 lidos por vontade própria. Do total de livros lidos, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. A média anterior era de 4 livros lidos por ano. Os dados foram revelados na tarde desta quarta-feira, 18, e integram a quarta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. Realizada pelo Ibope por encomenda do Instituto Pró-Livro, entidade mantida pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores de Livros Es…

Bonsucesso: Com emergência, mas sem médicos

EXTRA pág. 10, O DIA pág. 5



Opinião: Mortes por febre amarela triplicaram no Rio

O GLOBO pág. 14


Marcelo Crivella: À vista de todos

Os números comprovam que a Prefeitura do Rio trabalha e muito. Só o preconceito e a perseguição são capazes de tentar confundir a população
Folha de São Paulo 28.fev.2018 às 2h00
Os números de nossa gestão comprovam que a Prefeitura do Rio trabalha —e muito. Aprovamos 42 leis na Câmara dos Vereadores, entre as quais o realinhamento do IPTU, desafio que durante 20 anos nenhum prefeito teve a coragem de enfrentar.  Na Saúde, fechamos 2017 com 8,7 milhões de consultas na atenção primária (700 mil a mais do que em 2016, último ano do meu antecessor) e 85 mil cirurgias, superando em 5.000 o resultado em 2016, quando o Rio teve R$ 4 bilhões para investir.  E, acreditem, a administração que me precedeu, no apagar das luzes, ainda contraiu um empréstimo de R$ 850 milhões no BNDES e cancelou sorrateiramente mais de R$ 1 bilhão de empenhos de serviços realizados, artifício contábil para escapar da Lei de Responsabilidade Fiscal. Enfrentamos, em nosso primeiro ano de gestão, a pior crise econômica e…

Crivella é proibido de fazer novas obras

EXTRA pág. 8 e O GLOBO pág. 12



Prefeitura cria programa habitacional para servidores

EXTRA pág. 14


Detran: Inauguração e críticas

EXTRA MAIS BAIXADA pág. 4 e 5




Tarifa de ônibus fica em R$ 3,60

EXTRA pág. 8


Alemanha autoriza cidades a proibir carros a diesel

VALOR ECONÔMICO pág. A11


Largo do Boticário: Patrimônio multiuso

O GLOBO pág. 12


Em Caxias, chuva derruba muro de cemitério e espalha ossadas

EXTRA pág. 8 e O DIA pág. 5



Liberado, Maracanãzinho ainda não tem data de reabertura

O GLOBO pág. 26


Convite de Alckmin deixou Paes "muito empolgado"

VALOR ECONÔMICO pág. A6


Deputados presos e membros do TCE do Rio afastados mantêm os salários

Gastos com parlamentares ausentes chega a R$ 1,7 mi; pagamentos a conselheiros é de R$ 2,2 mi
Folha de São Paulo 28.fev.2018 às 2h00 Felipe Bächtold Rio de Janeiro
Focos de duas das principais fases da Lava Jato do Rio, a Assembleia Legislativa e o Tribunal de Contas do Estado permanecem pagando salários para deputados que estão presos e a conselheiros mantidos afastados em consequência da operação. Indicados deles também continuam ocupando cargos nas instituições.  Detidos desde novembro, os deputados do MDB Jorge Picciani (presidente da Assembleia), Edson Albertassi (ex-líder governista) e Paulo Melo recebem salário de R$ 25,3 mil, segundo o Portal da Transparência da Casa. Cada deputado da Assembleia tem ainda direito a 20 assessores, com vencimentos que, somados, podem chegar a R$ 160 mil a cada mês, além de benefícios, como carro oficial. Isso representa gasto de R$ 1,7 milhão dos cofres públicos com os gabinetes e os salários dos três deputados nos três meses de prisão. No site e no…

Cabral? Não sou amigo, nem vizinho, diz Diniz à PF

O GLOBO pág. 6, VALOR ECONÔMICO pág. A6 e O GLOBO pág. 6