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Mostrando postagens de Janeiro, 2018

Primeiras páginas

Opinião: Não é sustentável a melhoria fiscal

O GLOBO pág. 12


Mais duas mortes por febre amarela

O DIA pág. 8, O GLOBO pág. 14 e EXTRA pág. 4




Casos de febre amarela crescem 64% em uma semana, afirma ministério

FOLHA DE SÃO PAULO 30/01/2018 18h37
Balanço divulgado pelo Ministério da Saúde na tarde desta terça-feira (30) aponta que o país já registra 213 casos confirmados de febre amarela, com 81 mortes.
Os dados, que abrangem o período de julho de 2017 a 30 de janeiro de 2018, representam um aumento de 64% no total de casos em relação ao levantamento da última semana, que apontava 130 confirmações. Há ainda 435 casos suspeitos em investigação, de acordo com a pasta.
Entre os Estados, São Paulo continua a concentrar a maior parte dos registros, seguido de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Já o Distrito Federal registrou apenas um caso.
Apesar de divulgado todas as terças-feiras, os números contabilizados no balanço federal costumam mostrar uma defasagem em relação aos divulgados pelas secretarias estaduais de saúde, que mantêm dados mais atuais.
No balanço federal, por exemplo, São Paulo aparece com 108 casos confirmados e 43 mortes. O último dado informado pela secretaria de saúde paulista, por…

Nº de casos de febre amarela sobe para 213, com 81 mortes no País

Metade das ocorrências está no Estado de São Paulo, com 108 pacientes com a infecção; em seguida, vem Minas, com 77
Fábio Grellet e Lígia Formenti, O Estado de S.Paulo 30 Janeiro 2018 | 19h25 Atualizado 30 Janeiro 2018 | 23h34
BRASÍLIA E RIO - O número de mortes confirmadas por febre amarela este ano é quase o dobro do registrado no mesmo período de 2017. Dados do Ministério da Saúde mostram que, da última semana de dezembro até ontem, foram registradas 80 mortes pela doença. Os registros de dezembro de 2016 até 31 de janeiro do ano passado indicavam 47 óbitos confirmados.
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, atribuiu a variação à melhoria na investigação das mortes suspeitas de terem sido provocadas pela doença. “Ano passado, a confirmação das mortes era mais demorada”, justificou.
De julho até esta terça, o País confirmou 213 casos de febre amarela. O avanço da doença neste mês fica claro quando se analisa o boletim da última semana de 2017. Até dia 26 de dezembro, haviam sido confir…

País registra mais de 3 mil casos de más-formações ligadas ao zika

De novembro de 2015 a dezembro de 2017, 15.150 ocorrências suspeitas foram notificadas; 70 mortes aconteceram no período
Felipe Cordeiro, O Estado de S.Paulo 30 Janeiro 2018 | 19h14
SÃO PAULO - O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira, 30, que foram confirmados 3.037 casos de alterações no crescimento e no desenvolvimento de recém-nascidos e crianças em consequência da infecção pelo vírus da zika de 8 de novembro de 2015 a 2 de dezembro de 2017. Setenta morreram no período.
Segundo o boletim epidemiológico, em dois anos, foram notificados 15.150 ocorrências suspeitas de más-formações provocadas pelo zika, das quais 1.987 (13,1% do total) foram excluídas pelo ministério após "criteriosa investigação, por não atenderem às definições de caso vigentes".
Já em relação aos casos com apuração concluída, além dos 3.037 (20,1%) confirmados, 6.718 (44,3%) foram descartados, 310 (2%) foram classificados como prováveis para relação com infecção congênita durante a gestação e 195 …

Rocha Faria mais caro

EXTRA pág. 4


Estado processado por família de grávida morta

EXTRA MAIS BAIXADA pág. 3


Justiça decide acabar com heliponto na Lagoa

O GLOBO pág. 14


Vai ter Queer?

O GLOBO, 2º Caderno, pág. 2


Veículo de Crivella tem 55 multas, quase todas já anuladas

EXTRA pág. 3 e O GLOBO pág. 9



Sambódromo deverá ter blitz da Lei Seca

O GLOBO pág. 9


Opinião: Loteamento irregular às margens da Lagoa da Tijuca

O GLOBO pág. 9


Ex-presidente Collor estreia na pesquisa Datafolha com rejeição alta

BRUNO BOGHOSSIAN
FOLHA DE SÃO PAULO 31/01/2018 02h00
O ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTC) estreou na pesquisa para o Palácio do Planalto como um dos líderes em rejeição. Segundo o Datafolha, 44% dos eleitores dizem que não votariam em Collor "de jeito nenhum" -taxa semelhante à de Luiz Inácio Lula da Silva (40%).
Collor, que deixou a Presidência em meio a um processo de impeachment em 1992, aparece com até 3% das intenções de voto.
Em um dos quadros, ele tem 1%, numericamente empatado com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD).
Collor é filiado a um partido nanico e se lançou ao Planalto há duas semanas. Maia e Meirelles trabalham por seus nomes há cerca de três meses, abrigados em siglas maiores.

A rejeição a Collor só é menor do que a de Michel Temer. Quando o presidente é apresentado como candidato, 60% dos eleitores dizem que não votariam nele.
A proporção de eleitores que rejeitam o ex-presidente Lula f…

Sem Lula, disputa por vaga no segundo turno se acirra

BRUNO BOGHOSSIAN
FOLHA DE SÃO PAULO 31/01/2018 02h00
Em uma possível corrida presidencial sem Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quatro candidatos disputariam uma vaga no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSC), de acordo com a primeira pesquisa do Datafolha após a condenação do petista em segunda instância.
Levantamento realizado na segunda (29) e na terça (30) mostra que o ex-presidente manteve vantagem sobre os rivais, com até 37% das intenções de voto. Seu eleitorado, porém, se pulveriza e a briga tende a se tornar acirrada caso ele seja barrado com base na Lei da Ficha Limpa.
Bolsonaro aparece em primeiro lugar no principal cenário sem Lula, com 18%. Ele supera Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Luciano Huck (sem partido).
Marina lidera o segundo pelotão, com 13%. Ciro (10%), Alckmin (8%) e Huck (8%) estão tecnicamente empatados.
O Datafolha fez 2.826 entrevistas em 174 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. A pesquisa foi re…

Poder de transferência de voto de Lula sofre abalo

BRUNO BOGHOSSIAN
FOLHA DE SÃO PAULO 31/01/2018 02h00
A condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do tríplex de Guarujá (SP) pode ter impactado seu potencial de transferir votos para outro candidato, caso ele fique fora da disputa presidencial.
A nova pesquisa do Datafolha aponta que o percentual de eleitores que não votariam em um nome apoiado pelo petista subiu de 48%, em novembro, para 53%.
O poder da indicação de Lula -apelidado, na política, de "dedaço"- é considerado o grande ativo do PT depois que a sentença Tribunal Regional Federal da 4ª Região reduziu as chances de sua participação na eleição.
Para os petistas, o apoio do ex-presidente é a única maneira de impulsionar o possível substituto de Lula caso ele seja declarado inelegível. Por enquanto, a principal alternativa, o ex-governador da Bahia e ex-ministro da Casa Civil Jaques Wagner (PT), não passa de 2% na pesquisa.
A rejeição ao candidato apoiado pelo petista, porém, voltou a superar metade…

Ranier Bragon: Datafolha deve estimular 'seleção natural' na corrida ao Planalto

FOLHA DE SÃO PAULO 31/01/2018 02h00
A história mostra que alterações significativas nas pesquisas de intenção de voto tendem a se concentrar na reta final. Eleva-se o interesse do eleitor e entra em cena a propaganda na TV e rádio, ferramenta ainda essencial na disputa.
Pesquisa do Datafolha divulgada nesta quarta (31) traz sinais que devem ser cotejados com as armas que cada um terá nas semanas decisivas.
Os números reforçam uma hipótese: a de que, em uma eleição sem Lula, o eleitorado do ex-presidente caminhe em maior volume para Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT).
Não há indicativo, porém, de que esse cenário se mantenha até a reta final. Mesmo combalidos, Lula e o PT investirão em candidato próprio, até por sobrevivência no Legislativo.
Vinte e sete por cento do eleitorado diz que votaria com certeza em um nome apoiado pelo ex-presidente. A não ser que opte por um improvável papel de coadjuvante, o PT deve ter um nome competitivo na urna, mesmo que hoje os seus planos B pareça…

Bolsonaro tenta barrar na Justiça divulgação da pesquisa Datafolha

MARCO RODRIGO ALMEIDA
FOLHA DE SÃO PAULO 31/01/2018 02h00
O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tenta proibir a divulgação da pesquisa Datafolha sobre a intenção de voto para a eleição de outubro deste ano.
Primeiro colocado nas pesquisas no cenário sem Lula, o deputado recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com a intenção de barrar a publicação do resultado.
Até a conclusão desta edição, o tribunal não havia se manifestado sobre o caso.
Bolsonaro queixa-se sobretudo de uma questão a respeito de seu patrimônio.
"Você tomou conhecimento sobre denúncias envolvendo o aumento do patrimônio da família do deputado Jair Bolsonaro desde o início da sua carreira política?", perguntou o Datafolha aos entrevistados.
A questão atribuiu a Bolsonaro, diz sua defesa, "a pecha de denunciado por enriquecimento ilícito, de forma manifestamente difamatória". O texto afirma que ele nunca foi denunciado por acréscimo de patrimônio.
"Os questionamentos apresentados se r…

"Quanto mais candidatos melhor", diz César Maia

VALOR ECONÔMICO pág. A7


Garotinho diz que disputará governo / Cabral é denunciado pela 21ª vez

O DIA pág. 8


STJ nega Cabral de volta à cadeia de Benfica

Para o vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça, Humberto Martins, não há ilegalidade na transferência do ex-governador do Rio ao Complexo Médico Penal de Pinhais, no Paraná
Rafael Moraes Moura e Amanda Pupo/ O Estado de S. Paulo 30 Janeiro 2018 | 21h02
Brasília, 30/01/2018 – O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, negou o pedido de medida liminar apresentado pela defesa do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB), que havia solicitado a sua transferência para o presídio José Frederico Marques, no Rio de Janeiro.
Para Martins, a transferência de Cabral para a unidade prisional de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, não se demonstrou desarrazoada, inexistindo qualquer ilegalidade no caso em análise.
Em 18 janeiro deste ano, o juiz federal Sérgio Moro determinou a transferência do ex-governador do Rio para o presídio paranaense. A decisão atendeu a um pedido do Ministério Público Federal que apontou regalias ao emedebi…

Moro critica PF por algemas em Cabral: "Não deve se repetir"

O GLOBO pág. 5


MPF pede à Justiça para manter deputado preso

O GLOBO pág. 5


Procurador que investigou auxílio-moradia de Bretas também quis benefício

Carlos André Studart Pereira foi à Justiça, em fevereiro de 2015, pleitear pagamentos; juiz negou solicitação
Julia Affonso e Luiz Vassallo O Estado de S. Paulo 30 Janeiro 2018 | 13h55
O procurador da Advocacia-Geral da União, Carlos André Studart Pereira, que solicitou informações sobre o auxílio-moradia ao juiz federal Marcelo Bretas junto ao Tribunal Regional Federal da 2.ª Região (TRF2), foi à Justiça, em fevereiro de 2015, pedir o benefício para ele mesmo. A informação sobre o requerimento do procurador, que mirou o magistrado da Operação Lava Jato, no Rio, foi divulgada pela Coluna do Estadão nesta terça-feira, 30.
Marcelo Bretas foi à Justiça para que ele e a mulher, também juíza, pudessem receber auxílio-moradia. Uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) proíbe o pagamento do benefício a casais que morem sob o mesmo teto.
Em 2014, Ação Originária nº 1.773 (AO 1.773), o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, assegurou o auxílio-moradia aos juízes federais em ati…

Ancelmo Gois: Todo cuidado é pouco

O GLOBO pág. 8



Berenice Seara: PRB terá que optar entre Índio e Clarice

EXTRA pág. 8



Informe do dia: Cotas raciais sob análise

O DIA pág. 2


Esplanada: Dissonância

O DIA pág. 10


Painel: Autointitulado ‘não candidato’, Huck atinge seu melhor patamar e amplia pressão sobre Alckmin

FOLHA DE SÃO PAULO 31/01/2018 02:00
À espreita Para além de todas as desconfianças que já cercavam as pretensões do governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), a nova pesquisa Datafolha ressuscita o fantasma de Luciano Huck. Autodeclarado não candidato, ele atinge agora a melhor marca em um levantamento desde que seu nome começou a circular como alternativa para encarnar “o novo”. O cenário estimula siglas que hoje resistem a subir no palanque do tucano, como DEM e PPS, a baterem de novo à porta do apresentador.
Quem avisa…O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não cansa de repetir a quem o pergunta que Huck não desistiu de vez de ser candidato, declaração semelhante à que deu ao “Valor Econômico”, após a condenação de Lula no TRF-4, ao afirmar que o jogo estava apenas começando.
Linhas tortas “Bicondenado”, o petista mantêm-se na dianteira da disputa. Usará o apoio do eleitorado para pressionar a Justiça. Com o cerco fechado, fez jogada de risco. Submeteu habeas corpus ao STJ apostando na…