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Mostrando postagens de Dezembro, 2017

Primeiras páginas

O que será o amanhã? / Charge

O DIA pág. 4 e EXTRA pág. 6



Economia de R$ 1 bi de Alckmin incluiu cortes em estatal

GABRIELA SÁ PESSOA
FOLHA DE SÃO PAULO 31/12/2017 02h00
Para chegar ao R$ 1 bilhão de economia nos gastos administrativos que anunciou na semana passada, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) considerou números de uma empresa estatal e outras projeções que não são verificáveis no sistema público de prestação de contas, o Sigeo (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária).
Esse montante diz respeito a cortes no custeio da administração estadual, a maioria sob a alçada da Secretaria de Governo. Entraram na conta gastos com diárias de viagens, frota de automóveis, telefone, aluguéis de prédios para órgãos e secretarias, após cancelamentos e renegociações de contratos.
Uma das maiores cifras anunciadas por Alckmin, provável candidato do PSDB à Presidência em 2018, foi a de R$ 463 milhões na Prodesp (Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo), estatal responsável pelos sistemas de informática de São Paulo e pela operação da rede Poupatempo.
A empresa não é depend…

Demora leva inventor brasileiro a desistir de patentes

LUISA LEITE
FOLHA DE SÃO PAULO 31/12/2017 02h00
Dos 22 mil pedidos de patente processados no Brasil em 2016, cerca de 15 mil -68% do total- foram retirados ou abandonados pelo solicitante, segundo a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Wipo, da sigla em inglês). Nos Estados Unidos, só 15% dos 932 mil pedidos foram abandonados no mesmo período. No Japão, tido como exemplo de concessão de patentes, o índice não chegou a 2%.
Neste ano o problema foi ainda maior. Segundo dados do Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), dos 41 mil pedidos processados, só 9 mil foram decisões técnicas, ou seja, a patente foi concedida ou indeferida após análise. O restante, 78% do total, foi arquivado -a maioria por falta de pagamento de taxas, o que ocorre quando o solicitante desiste do pedido.
A elevada desistência se deve, em grande parte, à demora no processamento do pedido, admite Mauro Maia, diretor-executivo do Inpi.
Em 2016, levou-se em média 95,4 meses para obter uma decisã…

Lava Jato mostra falhas da política industrial, diz economista peruano

FLAVIA LIMA FOLHA DE SÃO PAULO 31/12/2017 02h00
Enquanto o Brasil desenvolveu uma política industrial muito baseada em subsídios, outros países da América Latina, como México, Colômbia, Chile e Peru, trilharam o extremo oposto, ao tentar evitar concessões setoriais.
O sucesso não foi obtido por nenhum dos dois lados, diz o ex-ministro da Produção peruano, Piero Guezzi.
Ghezzi reconhece que os escândalos na região -incluindo no Peru, cujo presidente enfrentou um impeachment-, sinalizam que é preciso mudar o jeito de fazer política industrial. "A relação entre governo e empresa não pode ser muito distante, para não faltar comunicação, nem muito próxima, de modo que haja corrupção", diz.
A corrupção, afirma, reduz a confiança das pessoas na política e coloca os países da região sob o risco de serem governados por 'outsiders' [pessoas de fora da política].
*
Folha - Subsídios à indústria dão retorno à sociedade?

Piero Ghezzi - O principal desafio do nosso tempo é produtiv…

Cresce apoio à descriminalização do aborto, aponta pesquisa Datafolha

MARINA ESTARQUE
FOLHA DE SÃO PAULO 30/12/2017 16h30
A maioria dos brasileiros, 57%, acredita que a mulher deve ser punida e ir para a cadeia por fazer um aborto, segundo pesquisa Datafolha. Mas a taxa de brasileiros favoráveis à descriminalização da prática aumentou no último ano, passando de 23% para 36% –7% dos entrevistados não souberam se posicionar.
As opiniões não variam de acordo com o sexo do entrevistado –58% dos homens e 56% das mulheres são favoráveis à punição– o que é considerado um empate, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Em caso de estupro ou de risco de morte da mãe, quando o aborto já é permitido por lei, os brasileiros se mostram mais abertos à interrupção da gravidez. Para 61%, a mulher que corre esse risco deve ter o direito de abortar e, para 53%, a interrupção deve ser permitida para vítimas de estupro.
O levantamento foi realizado com 2.765 pessoas, em 192 municípios do país, nos dias 29 e 30 de novembro.

Muito foi prometido, pouco foi cumprido

EXTRA pág. 10




Primeiro ano: Marcelo Crivella entre o dito, o feito e o incerto

O GLOBO pág. 7 e 8








Campanha mostra um estado 'muito maneiro'

O GLOBO pág. 16


Aderir a partidos cria dilema em grupos de renovação política

JOELMIR TAVARES
FOLHA DE SÃO PAULO 31/12/2017 02h00
Pode a integrante de um movimento que propõe renovação estar filiada a um partido que esse mesmo grupo associa à "velha política"?
Pode. Um exemplo é o de Juliana Cardoso, 28. Homônima da vereadora petista de São Paulo, a participante do Agora! –coletivo que ganhou holofotes após a entrada do apresentador Luciano Huck– aparece também nas fileiras do PR (Partido da República).
Juliana, que já passou por PSDB, PSL e PRB, quer se candidatar a deputada federal. Sua situação ilustra um impasse no ecossistema de grupos que se preparam para lançar ou apoiar candidaturas.
O dilema é: sair por um partido com o qual há identificação ideológica (como Rede, Novo e PSOL), porém com estrutura menor para oferecer, ou aderir a uma legenda tradicional, que pode representar uma chance maior de eleição, pelos recursos e potencial de quociente partidário.
No caso de Juliana, a opção até agora se encaminhou pelo pragmatismo. Cálculos que a enge…

'PSDB fez bom governo, mas é preciso olhar para a frente', diz Rodrigo Garcia

MARCO RODRIGO ALMEIDA
FOLHA DE SÃO PAULO 31/12/2017 02h00
Pré-candidato do DEM a governador de São Paulo, Rodrigo Garcia defende um salto maior em inovação no Estado.
Secretário de Habitação do governo Geraldo Alckmin (PSDB), ele diz que os tucanos, no poder em São Paulo desde 1995, conseguiram bons resultados, mas que é preciso avançar em pontos estratégicos, como saúde, educação e privatizações.
Garcia, 43, vice-presidente nacional do DEM, avalia que o partido passa por um momento de crescimento nacional, o que irá se refletir em candidaturas nos principais colégios eleitorais do país.
Em pesquisa Datafolha para o governo do Estado divulgada no começo de dezembro, Garcia aparece com até 4% das intenções de votos, empatado tecnicamente em algumas simulações com o vice-governador, Márcio França (PSB), Gilberto Kassab (PSD) e Gabriel Chalita (PDT).
*
Folha - Por que o senhor resolveu se apresentar como pré-candidato a governador de São Paulo?

Rodrigo Garcia - Eu exerço mandatos há 20 an…

Ancelmo Gois: Discriminação racial

O GLOBO pág. 16




Berenice Seara: Lá vem 2018, o ano da vingança

EXTRA pág. 14



Informe do dia: Guarda atuará na coerção

O DIA pág. 2


Esplanada: Que base é essa

O DIA pág. 14