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Mostrando postagens de Outubro, 2017

Primeiras páginas

Déficit do setor público atinge menor nível em dois anos

VALOR ECONÔMICO pág. A8


Leilões do pré-sal arrecadaram R$ 198 bi acima do projetado, diz ministério

Márcio Felix não informou, no entanto, se a arrecadação é exclusiva ao lucro óleo, que representa o ganho do governo com a produção em 30 anos de produção
Fernanda Nunes, O Estado de S.Paulo 30 Outubro 2017 | 13h50
RIO - O secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Felix, afirmou que a segunda e terceira rodadas de partilha da produção, realizadas na última sexta-feira, 27, vão gerar uma arrecadação R$ 198 bilhões superior à esperada. Em palestra na Fundação Getúlio Vargas (FGV), ele não informou, no entanto, se a arrecadação é exclusiva ao lucro óleo, que representa o ganho do governo com a produção em 30 anos de produção.
Número semelhante foi apresentado no evento pelo diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone. Ele disse que a projeção era de arrecadação de R$ 400 bilhões, mas com o ágio médio superior a 200% sobre o lucro óleo, a arrecadação passará para R$ 600 bilhões.
Em sua palestra, Felix informou…

Produção nas áreas do pré-sal deverá render à União R$ 600 bi em 30 anos

VALOR ECONÔMICO pág. A2


Reforço de R$ 30 bilhões na infra-estrutura

O GLOBO pág. 17


Recessão mais profunda já vista acabou no fim de 2016, diz Codace

VALOR ECONÔMICO pág. A6





Consumo tirou país da crise, diz economista

ALEXA SALOMÃO, FLAVIA LIMA
FOLHA DE SÃO PAULO 31/10/2017 02h00
O consumo das famílias tirou o país da recessão, mas a retomada vai ser lenta porque o investimento das empresas dificilmente voltará antes da próxima eleição. Essa é a conclusão obtida a partir de entrevistas com economistas do Codace, o Comitê de Datação de Ciclo Econômicos que define picos e vales de crescimento. O grupo, independente, está hospedado na Fundação Getulio Vargas.
"Saímos da recessão, com certeza, mas temos pela frente uma retomada a passo de cágado manco", diz Affonso Celso Pastore, coordenador do Codace e da consultoria AC Pastore & Associados.
Conforme a Folha antecipou no sábado (28), na avaliação do Codace, o país deixou a recessão no último trimestre de 2016. Para atestar a virada, o grupo observou vários indicadores, além Produto Interno Bruto (PIB).
Conferiram, por exemplo, o comportamento da indústria. Após cair 15% entre 2014 e 2015, uma "queda descomunal", diz Pastore, ela…

22% dos brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza, diz estudo

JOANA CUNHA, ÁLVARO FAGUNDES
FOLHA DE SÃO PAULO 31/10/2017 02h00
Nova métrica que passou a ser usada neste mês pelo Banco Mundial para delimitar a quantidade de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza eleva de 8,9 milhões para 45,5 milhões o número de brasileiros considerados pobres –1/5 da população.
A instituição decidiu complementar a linha de pobreza tradicional –que traça o corte em consumo diário inferior a US$ 1,90– com outras duas delimitações mais ajustadas às realidades de cada país.
Uma nova linha passa a ser demarcada em US$ 3,20, representando a mediana das linhas para países de renda média baixa. A outra linha é de US$ 5,50 por dia, que corresponde à mediana das linhas de pobreza dos países de renda média alta, entre os quais se inclui o Brasil.
"Ser pobre no Maláui ou em Madagáscar é diferente de ser pobre no Chile, no Brasil ou na Polônia", diz Francisco Ferreira, economista do Banco Mundial.
No caso de países como o Brasil, o volume de pessoas que vivem…

Eliminar desmatamento retiraria 0,6% do PIB até o ano 2030

MARCELO LEITE
FOLHA DE SÃO PAULO 31/10/2017 02h00
O custo de reduzir a zero o desmatamento no Brasil é muito baixo. Erradicar a derrubada de áreas de floresta amazônica, cerrado e mata atlântica –principais biomas brasileiros para a produção agropecuária– diminuiria em R$ 46,5 bilhões o PIB acumulado até 2030.
A cifra está num estudo do Instituto Escolhas lançado nesta segunda-feira (30). Ela corresponde a R$ 3,1 bilhões anuais, menos de um terço do subsídio incluído no Plano Safra 2017/18 (R$ 10 bilhões).
A grande questão, no entanto, é quanto custa –em emissões de carbono, recursos hídricos, biodiversidade– seguir desmatando como se faz no país todos os anos. Mas esta pergunta o relatório "Qual o Impacto do Desmatamento Zero no Brasil?" não responde.
GANHOS AMBIENTAIS
"O ganho ambiental é gigantesco, em genética e recursos naturais que se perdem [com o desmatamento]", afirma Joaquim Bento de Souza Ferreira Filho, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz …

Região de fronteira e famílias pobres sofrem impacto com desmatamento

EVERTON LOPES BATISTA, THAIZA PAULUZE
FOLHA DE SÃO PAULO 31/10/2017 02h00
Os ganhos ambientais do fim do desmatamento no país seriam inegáveis, mas as consequências negativas recairiam sobre o PIB regional de Estados de fronteira e os trabalhadores com menor qualificação, geralmente de famílias mais pobres.
"É nosso papel compensar os grupos afetados. Não é justo quem está no interior de Mato Grosso pagar a conta de um benefício que é de todos", disse Marcos Lisboa, presidente do Insper, durante a apresentação dos resultados do estudo "Qual o Impacto do Desmatamento Zero no Brasil?", patrocinado pela ONG Instituto Escolhas.
No cenário mais radical, no qual o desflorestamento pararia imediatamente, os salários de trabalhadores menos qualificados poderiam sofrer redução acumulada de 2,61% até 2030. Isso porque esse tipo de mão de obra é mais presente na agropecuária do que em outros setores.
No mesmo cenário, o PIB acumulado entre 2016 e 2030 do Acre, outro Estado de…

É possível expandir o agronegócio sem desmatar?

LEONARDO NEIVA
FOLHA DE SÃO PAULO 31/10/2017 02h00
Em resposta a enquete feita pela reportagem da Folha, membros e ex-membros de governos, estudiosos e integrantes de organizações ligadas à agropecuária e ao ambiente disseram com unanimidade que sim.
Blairo Maggi, ministro da Agricultura
Não só possível, como já vem acontecendo. Segundo dados da Embrapa, 66,3% do território nacional está coberto de vegetação nativa. Nenhum país tem isso. Os agricultores preservam mais vegetação nativa no interior de seus imóveis (20,5% do Brasil) do que todas as unidades de conservação juntas (13%). Nenhuma atividade preserva tanto quanto a agricultura.
Izabella Teixeira, ex-ministra do Meio Ambiente (2010-2016)
Claro que sim. O Brasil tem áreas degradadas que devem ser incorporadas à demanda por expansão de fronteira agrícola e de produção agropecuária. Trata-se de assumir uma nova visão, a da sustentabilidade como aliada da ambição de sermos importantes produtores de alimentos, e não usada como retóri…

Mudança do clima já afeta saúde pública no mundo

VALOR ECONÔMICO pág. A12 e O GLOBO pág. 29



Novo centro de imagem

EXTRA MAIS BAIXADA pág. 6


Greve afeta clínicas da família / Emissário no caminho / Fornecimento de água interrompido dia 9

EXTRA pág. 6


Mercado passa por grandes mudanças

VALOR SETORIAL: SAÚDE - MEDICINA DO FUTURO  págs. 4 a 20 - CONTÉM ÍNDICE















Setor público reduz compras

VALOR SETORIAL: SAÚDE - MEDICINA DO FUTURO  págs. 22 a 30