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Mostrando postagens de Abril, 2017

Rio pode ter decisão esta semana que renderá mais R$ 1 bi aos cofres

O DIA pág. 15




Imbróglio de depósitos judiciais em MG impede até pagamento de pensão

Imbróglio de depósitos judiciais em MG impede até pagamento de pensão
CAROLINA LINHARES
FOLHA DE SÃO PAULO 30/04/2017 02h00
A empregada doméstica Luzia Aparecida da Silva, 46, entrou na Justiça em 2011 para que os filhos, Matson, hoje com 21 anos, e Mateus, 18, recebessem pensões atrasadas do seu ex-marido. Seis anos depois, em março deste ano, foi a uma agência do Banco do Brasil com uma decisão que reconhecia seu direito a receber R$ 6.419,33, mas saiu sem nada. Muitos mineiros têm enfrentado a mesma situação. A estimativa hoje é que existam 8.000 casos similares ao de Luzia, que, juntos, somam um total de R$ 120 milhões a receber. A verba é referente a pensões, indenizações, tratamentos médicos e heranças, por exemplo. No fim do ano passado, o Banco do Brasil, administrador do fundo de depósitos judiciais, notificou o governo de Minas Gerais para repor cerca de R$ 1,5 bilhão da reserva, que é usada pelo Estado e, segundo a instituição financeira, havia sido zerada. Os depósitos judi…

Advogados e peritos também não recebem do governo de Minas

Advogados e peritos também não recebem do governo de Minas
CAROLINA LINHARES
FOLHA DE SÃO PAULO 30/04/2017 02h00
Advogados e peritos também estão sem receber honorários relativos a processos cujos depósitos judiciais foram feitos antes de outubro de 2015. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) vai pedir ao Ministério Público Federal que apure se houve crime de responsabilidade por parte do governo de Minas. No dia 19 deste mês, dirigentes da OAB-MG estiveram com o ministro do Supremo Alexandre de Moraes, relator do caso, pedindo que ele aponte quem deve arcar com os pagamentos, ainda que de maneira emergencial. A entidade criou um canal de ouvidoria para que advogados registrem pagamentos pendentes —já são mais de 1.400, que somam mais de R$ 6,8 milhões. O escritório dos peritos Sarah, 44, e Daniel Barbosa, 43, está faturando 60% menos e o casal teve que tomar empréstimos. "É angustiante", diz Sarah. Para o advogado-geral do Estado de Minas, Onofre Batista, a situação chegou a…

Incêndio atinge sala do Theatro Municipal do Rio

Incêndio atinge sala do Theatro Municipal do Rio Incidente aconteceu por volta da 6h; fogo foi controlado e não há registro de vítimas
Mariana Sallowicz ,
O ESTADO DE SÃO PAULO 29 Abril 2017 | 10h46


RIO - Um incêndio de pequenas proporções atingiu o Theatro Municipal, no centro do Rio, na manhã deste sábado, mas já foi controlado. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 6h, com o deslocamento de três viaturas do Quartel Central. Não houve vítimas. O incêndio atingiu uma sala, mas o Corpo de Bombeiros não soube informar qual foi e nem o motivo para o início do incêndio. Em torno de 15 bombeiros foram deslocados. Os veículos dos Bombeiros continuavam no local por volta das 10h uma vez que ainda havia muita fumaça.
O prédio do Theatro Municipal é uma das referências históricas da cidade. O edifício foi inaugurado em 14 de julho de 1909. Desde sua inauguração, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro teve quatro grandes reformas: 1934, 1975, 1996 e 2008. Atualmente, o Theatro tem capac…

UFRJ sofre o maior furto de livros raros do Brasil

UFRJ sofre o maior furto de livros raros do Brasil Retirada de 303 obras é a maior registrada. Suspeito é ladrão famoso, que terá vida retratada em filme financiado com verba pública – o que revoltou vítima
Vitor Hugo Brandalise e Bruno Ribeiro O ESTADO DE SÃO PAULO 30 Abril 2017 | 03h00 A antiga Biblioteca Central da Universidade do Brasil – atual Biblioteca Pedro Calmon, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que abriga raridades do tempo do Império – foi furtada no ano passado, e agora, terminado o levantamento do que sumiu das prateleiras, o que se descobriu é um espanto: o maior furto de livros raros já registrado no País. Desapareceram 303 obras raras, entre elas os 16 volumes da primeira edição dos Sermões de padre Antônio Vieira (1610) e quase toda a coleção Brasiliana do acervo, composta por livros de viajantes europeus que registraram flora, fauna e costumes do País dos séculos 17 ao 19. Sumiram preciosidades como Expédition dans les parties centrales de l’Amérique d…

‘Filme não vai glamourizar ninguém’

‘Filme não vai glamourizar ninguém’ Produtora afirma que obra provocará reflexão sobre mercado negro de livros e falhas na preservação de acervos
Vitor Hugo Brandalise e Bruno Ribeiro O ESTADO DE SÃO PAULO 30 Abril 2017 | 03h00
O filme sobre a vida do “maior ladrão de livros do Brasil” está sendo editado em uma casa na Vila Madalena, zona oeste da capital, onde fica a produtora Boutique Filmes, que realiza documentários, programas infantis e séries de televisão. O produtor e um dos diretores da obra (na verdade um documentário sobre Laéssio Rodrigues de Oliveira) garantem que o que sairá dali é um material jornalístico que, além de contar a história do criminoso, mostrará o mercado negro de obras raras do Brasil e a falta de estrutura para preservação do patrimônio cultural do País. Assim, para eles, o interesse público por esses temas justificaria investimentos via instrumentos de captação dos recursos públicos. A ideia da produção partiu do jornalista Carlos Juliano Barros, que conheceu…

Ensino pago

EDITORIAL Ensino pago Para as universidades públicas, que estão atravessando uma profunda crise financeira motivada também pela queda da receita fiscal da União e dos Estados, a decisão do Supremo não poderia ter vindo em melhor hora
O ESTADO DE SÃO PAULO 29 Abril 2017 | 03h07
Acolhendo recurso impetrado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), o Supremo Tribunal Federal decidiu, por 9 votos contra 1, que as universidades públicas podem cobrar mensalidade nos cursos de pós-graduação lato sensu. Esses cursos são de especialização e se destinam a profissionais que desejam qualificar-se para o mercado de trabalho. Não se confundem com os cursos de pós-graduação stricto sensu, que são destinados à formação de professores e pesquisadores, concedendo os títulos de mestre e doutor. Como a decisão tem repercussão geral, ela valerá para 51 outras ações idênticas que tramitam nas diferentes instâncias do Judiciário. Também confere segurança jurídica às universidades públicas que investiram na pós…

Índios retomam Aldeia Maracanã, estopim de protestos de 2013 no Rio

Índios retomam Aldeia Maracanã, estopim de protestos de 2013 no Rio
LUCAS VETTORAZZO
FOLHA DE SÃO PAULO 30/04/2017 02h00
Mais do que o aumento das passagens de ônibus, o estopim para os protestos de junho de 2013 no Rio foi a desocupação violenta da Aldeia Maracanã. Desde 2006, cerca de 30 índios de cinco etnias faziam do antigo prédio do Museu do Índio, no complexo do estádio do Maracanã, sua moradia. O objetivo era criar ali um centro de referência da cultura indígena no Rio. Com a proximidade da Copa de 2014 e as obras de reforma no estádio, o governo do Estado deu ordem para desocupar o prédio, um antigo sobrado do tempo do Império, há muito abandonado. Na noite de 22 março de 2013, ativistas souberam que os índios da aldeia, entre eles mulheres e crianças, estavam prestes a serem removidos. Cerca de 50 pessoas foram ao local apoiá-los. A Polícia Militar usou bombas de gás, spray de pimenta e tiros de borracha, equipamentos até então pouco conhecidos pelos jovens que mais tarde tom…

Vidas secas e excesso de passado para pouca idade

O GLOBO pág. 15



As crianças invisíveis da epidemia de Zika

O GLOBO pág. 10







Casal gay é impedido de entrar em casa

O GLOBO pág. 18


RioTur quer colocar Paquetá no roteiro do turismo carioca

O GLOBO pág. 19


De volta ao parque

VEJA RIO pág. 16







O inferno astral dos políticos do Rio

O DIA pág. 18





Tudo em família

VEJA pág. 86



Artur Xexéo: A recatada Adriana Ancelmo

O GLOBO, Segundo Caderno, pág. 8





O legado pirata dos megaeventos

ÉPOCA pág. 42





Operador de Sérgio Cabral ganhou poltrona de R$ 17,3 mil de ‘amigo de fora do Rio’

Operador de Sérgio Cabral ganhou poltrona de R$ 17,3 mil de ‘amigo de fora do Rio’ Wilson Carlos, réu em ação penal com o ex-governador por propinas de R$ 2,7 milhões em contrato da Petrobrás, não revelou em depoimento ao juiz Sérgio Moro a identidade de quem o presenteou com a mobília
Julia Affonso e Ricardo Brandt O ESTADO DE SÃO PAULO 29 Abril 2017 | 06h00
O ex-secretário de Governo do Rio Wilson Carlos, apontado na Operação Lava Jato como operador de propinas do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), afirmou que ganhou ‘de um amigo’ uma poltrona de R$ 17,3 mil. Denúncia do Ministério Público Federal aponta que a poltrona foi comprada ‘com valores provenientes de crimes’. “Eu recebi um amigo de fora do Rio de Janeiro. É até uma história um tanto quanto… Eu recebi um amigo de fora do Rio de Janeiro que me disse o seguinte: ‘Wilson, vou lhe presentear, vou te dar um presente que é muito interessante, que a gente só dá para amigo’. Eu disse para ele: ‘meu amigo, não precisa se preocupar, não…

Documentos da Odebrecht: Muito além dos vídeos

ÉPOCA pág. 28